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  14 a 31 agosto

A nossa proposta

O Uzbequistão e o Quirguistão são países ainda pouco tocados pelo turismo, com cidades históricas que se entrelaçam em paisagens de montanha de cortar a respiração, razão porque foram territórios tão disputados ao longo da Rota da Seda. Território de fronteira entre o mundo islâmico e o império chinês, estes países, agrupados em vários canatos, foram mais tarde conquistados no séc. XIII pelos mongóis, sob mando do filho de Gengis Khan, reavendo a sua independência só dois séculos mais tarde. No séc. XIX, seria a vez do Império Russo invadir este espaço e impor o seu domínio. A herança histórica fez com que estes povos professem a fé islâmica e a Igreja Ortodoxa Russa. Falar da Ásia Central é mergulhar na mítica rota da seda, que por milénios ligou o Oriente ao Ocidente. Por esses caminhos passaram não só mercadorias como também ideias, religiões e técnicas que se espalharam ao longo de dezenas de milhar de quilómetros. Hoje, o misticismo desses tempos ainda se consegue sentir quando visitamos os ancestrais bazares, com especiarias de mil cores e odores, roupas de corte tão clássico como exótico para o nosso olhar ocidental, como ouvirmos, também, os muezzins a chamar os fiéis para a oração. Só os nomes das cidades mais sonantes do Uzbequistão como Samarcanda, Bucara ou Khiva fazem sentir, por si, este enorme peso da História que se apresenta diante dos nossos olhos. Mas o Uzbequistão é mais do que passado e monumentos. Abriu-se há poucos anos ao turismo, após a morte do anterior ditador, e agora quer olhar em frente, desenvolver-se e partilhar aquilo que tem de melhor, como a hospitalidade do seu povo, a gastronomia e as artes.

O Quirguistão ainda hoje é um território povoado por tribos nómadas de feição mongol, que habitam no Verão nas suas tendas (yurts) nas verdes estepes junto a lagos de água límpida para onde encaminham o seu gado após o rigor do Inverno, um cenário que faz a delícia de qualquer fotógrafo.

 

Spots fotográficos


Uzbequistão

. Taskhent

. Planalto de Usturt

. Mar do Aral e cemitério de navios

. Khiva

. Bucara

. Samarcanda

Quirguistão

. Bishkek

. Lago Issyk Kol

. Lago Song Kol e montanhas nessa região

. Montanhas perto de Kazarman

. Kaldamo Pass e montanhas envolventes

. Osh

. Bazar de Osh

. Lago Tulpar (Monte Lenine)

. Sary Tash

. Torre Burama


Técnica fotográfica abordada

Paisagem natural, Paisagem urbana e Retrato.


Material fotográfico aconselhado

Desde a reflex pro, à reflex mais básica, passando pela compacta ou um simples telemóvel, fotografe ao seu próprio estilo e gosto. Com uma objetiva ultra grande angular, à teleobjetiva, o local proporcionará experiências fotográficas para todos os gostos.
Como material opcional, considere ainda a utilização de um tripé, cabo disparador e filtros de densidade neutra.


Destinatários
Esta experiência fotográfica destina-se a todos que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmara que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e que se interessem por Natureza e enriquecimento cultural.

 

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Programa composto por 18 dias de viagem, incluindo dias de partida e chegada. As visitas indicadas no programa poderão ter a ordem alterada, de modo a favorecer os participantes.
Voo Portugal/ Taskhent

 

O nosso programa tem início no grande e emblemático bazar da cidade, o Chorsu. Aqui, há de tudo neste enorme espaço circular, desde os vendedores de carne, muita e variada fruta e legumes, bem como o pão, ainda vendido em clássicos carrinhos de bebé de décadas passadas. É um ambiente cheio de vida, num constante vai-e-vem de gente que aqui ganha a sua vida, bem como dos que aqui ainda fazem as suas compras diárias. Mas na capital uzbeque há mais para ver, como toda a imensidão das praças envolventes ao Monumento a Tamerlão, a Mesquita Hazrati Iman ou mesmo a Catedral da Assunção.


Voo para Nukus. Partida num Tour que nos levará pela aventura do deserto adentro, com passagem por velhos povoados como Mizdarkhan ou Kungirot até chegar a Kuba, ponto de partida para arregalarmos os olhos no Planalkto Usturt até avistarmos o mar do Aral e Barsa kelmes, um dos seus pontos mais icónicos. Enquanto se faz uma fogueira para preparar o jantar, quem quiser, pode ir tomar o seu banho a estas águas tão singulares. A noite é passada numa tradicional yurt.
O nascer do sol é obrigatório para aqui fotografar. Depois do pequeno almoço tomado neste meio do nada, temos pela frente mais umas centenas de quilómetros de caminho, que passarão pela vila de Moinaq, antiga. Terra piscatória que agora serve de base para quem aqui se desloca, como nós, para ver o cemitério de navios, encalhados nas areias de um vasto deserto que outrora fora um mar até as suas águas serem desviadas ao longo de décadas para a irrigação dos campos de algodão. Se o museu estiver aberto, daremos lá uma vista de olhos.
Regresso a Nukus, onde dormiremos. Na manhã seguinte, vamos para Khiva, uma das mais belas cidades da rota da seda. Num espaço tão pequeno, há tanto para ver, com destaque para o seu centro histórico, o Ichon-Qala, que contém um dos mais belos minaretes do mundo, o Kalta Minor. É obrigatória a passagem pelo Palácio do governador (Khuna Ark), Mesquita Juma, a Madrassa Islom Hoja e o seu minarete bem como o Palácio Tosh-Hovli.


O grupo seguirá depois para Bucara, outra das grandes referências da rota da seda. Deambular pelas suas ruelas é fazermos uma viagem no tempo e imaginarmo-nos numa época nem muito distante, onde mercadores provenientes de terras tão longínquas se encontravam aqui para negociar os seus produtos. Se passear pela praça Lyabi-Hauz é uma satisfação, sobretudo numa noite agradável, para beber um copo, visitar a Mesquita Char Minor e a mesquita Kalon, que ostenta um minarete com uma arquitetura única no mundo. Bem perto, temos o buliço dos bazares Taki-Sarrafon, Taki-Telpak Furushon e Taki-Zarzaron. Não esqueceremos o Palácio do governador (the Ark), ponto obrigatório pela sobriedade e autoridade bem patente nas grossas muralhas que serviam como último reduto de defesa desta rica cidade. Como soos um grupo de amantes da fotografia, uma das nossas capelinhas a visitar será a Galeria Fotográfica da cidade, onde poderemos até conhecer e trocar impressões com alguns fotógrafos locais. Mas há muito mais para ver, desde a Madrassa Nadir Divanbegi, a Sinagoga ou mesmo o Museu das marionetas e o Parque de diversões Samonids.
Viagem de comboio para Samarcanda, uma cidade que faz jus ao misticismo do seu nome, inspiração de Amin Malouf para um dos seus livros mais aclamados.


O Registão é a grande sala de visitas da cidade, um complexo de três edifícios que nos brindam com o brio do que eram os cânones da arte e arquitetura islâmica daquela época. As suas ruas sentem um pulsar de vida muito vibrante, seja pelos vendedores como também pelos curiosos que visitam este país ainda livre do turismo de massas. A Mesquita de Bibi-Khanym, bem como a Hazrat-Hizr são paragens obrigatórias. Mas o Bazar de Siob marca-nos pela sua autenticidade, pela qualidade, e preço dos produtos, muitos deles tão exóticos para nós. Um pouco mais à frente, o Complexo de mausoléus de Shah-i-Zinda é uma das joias da arquitetura islâmica e são paragem obrigatória para quem sentir-se inundado de uma tonalidade de azul nos azulejos que ornamentam aquele que foi escolhido como último destino dos que governaram esta cidade. Por falar em governadores, é nesta cidade que visitaremos o Mausoléu de Gur-e-Amir, onde está o túmulo de Tamerlão, um dos maiores conquistadores da história mundial.
Viagem de comboio para Andijon, seguida de táxi partilhado para Osh. Entrada no Quirguistão.
Experiência fotográfica no centro de Osh, com destaque para a vida frenética do seu bazar, o maior da Ásia Central, bem como a montanha sagrada de Suleiman Too, o único monumento reconhecido pela UNESCO como Património da Humanidade neste país, ou a gigantesca estátua de Lenine, uma das maiores da Ásia Central. A par de tudo isto, soma-se a fotogenia da vida urbana desta cidade.
Partida de Osh para Sary Tash, com destaque para a fotografia de paisagem sobre o Monte Lenine (7134m), chegando às margens do lago Tulpar onde dormiremos numa yurt. Este é um dos mais belos lagos do país, num profundo contacto entre o Ser Humano e a Natureza envolvente. Fotografia de paisagem e noturna.


Depois de regressar a Osh, e experiência fotográfica no centro da cidade, há que partir para o Lago Song-Kol para uma inesquecível experiência fotográfica nessa aldeia nómada, bem como fotografia de natureza no lago ou as montanhas em redor.  Até lá chegarmos, deslumbramo-nos com a majestosidade das suas montanhas. À noite, fotografia noturna, de longa exposição, com toda a vastidão do lago a refletir o céu na completa escuridão da noite (astrofotografia). Após manhã no Lago Song Kol, para fotografar os primeiros raios de sol a espelhar nas águas do lago, os cavalos selvagens que por ali cavalgam livremente ou mesmo a idas dos nómadas ao lago buscar água com os seus burros carregados de vasilhas, partida para Balkychky, com passagem pela espetacularidade do Lago Issyk-Kol, o segundo maior lago de montanha do mundo, com um azul profundo em contraste com a paisagem seca, de tonalidade mais quente.


Chegados à capital, há uma experiência fotográfica no centro de Bishkek, na praça Ala-Too, os recantos coloridos do bazar, com os seus vendedores a negociar uma infinidade de produtos, a Estação ferroviária, bem como a enorme estátua de Lenine ou a singularidade do monumento à Segunda Guerra Mundial.


Voo Bishkek /Portugal

 

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