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  13 a 20 setembro - esgotado!

A nossa proposta
Três ilhas, três palcos, três mundos, três tempos, três razões para não perder uma viagem fantástica ao centro daquele que é, na nossa opinião, um dos mais bonitos e diversificados arquipélagos do mundo. Durante 8 dias de puro êxtase vais experienciar o famoso triângulo do grupo central, começando na Ilha do Faial, continuando pela Ilha do Pico, um salto estratégico até à Ilha de São Jorge para um grande final e regresso ao continente.

Spots Fotográficos
Em breve.

 

Técnica Fotográfica

Fotografia de natureza (fauna, flora), paisagem e fotografia de rua.

Material Fotográfico

Desde a reflex pro, à reflex mais básica, passando pela compacta ou um simples telemóvel, fotografe ao seu próprio estilo e gosto. Com uma objetiva ultra grande angular, à teleobjetiva, o local proporcionará experiências fotográficas para todos os gostos.

Como material opcional, considere ainda a utilização de um tripé, cabo disparador e filtros de densidade neutra.

Destinatários
Esta experiência fotográfica destina-se a todos que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmara que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e que se interessem natureza e pelo enriquecimento cultural.  


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Programa composto por 8 dias de viagem, incluindo dias de partida e chegada. As visitas indicadas no programa poderão ter a ordem alterada, de modo a favorecer os participantes.

A Ilha do Faial é também conhecida como a Ilha Azul devido à quantidade de hortênsias que florescem nas fachadas das casas, nos campos e à beira da estrada, "pintando" a ilha em vários tons de azul. Será aqui o nosso ponto de partida, um local cuja história geológica remonta há quase 1 milhão de anos e que alberga dois vulcões impressionantes, cada um à sua maneira.

A cidade será o nosso primeiro contato com a ilha, com visita à pitoresca Praia do Porto Pim e outros locais de interesse.

Mas a verdadeira viagem começa num barco onde se encontra uma equipa profissional à nossa espera - vamos mar a dentro à procura de um gigante, Moby Dick no mundo literário... cachalote, para não assustar os mais impressionáveis. ;) Para que o coração bata um pouquinho mais depressa, vamos em semi-rígidos de alta velocidade que adormecem à chegada dos grandes cetáceos. Vamos em "stealth mode", silêncio absoluto, para que possamos ouvir o seu chamamento.

Onde há cachalotes, há golfinhos, e se tudo correr bem poderemos avistar também golfinhos comuns, roazes, golfinhos riscados, falsas orcas e baleias piloto. Mas antes temos de rezar ao Deus Neptuno para garantir que as condições do mar e do tempo vão estar de feição.

Regressados do mar, partimos para o famoso Vulcão dos Capelinhos, onde iremos encontrar uma paisagem muito peculiar, resultado da última erupção vulcânica que teve lugar em 1957. Após um curto passeio até ao topo, de onde podemos vislumbrar uma panorâmica sobre a parte da ilha que nasceu da erupção, vamos aprender tudo sobre este acontecimento e sobre a vulcanologia em geral, através da visita guiada pelo destacado Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, um espaço lindíssimo com um hall digno de contemplação.

Não há viagem ao Faial sem acabar no Peter's Café Sport, a brindar ao que ainda está para vir.

Como agora somos uns entendidos em vulcões, vamos testar os nossos conhecimentos no local onde tudo começou, do topo do vulcão basal da Ilha do Faial, com uma vista impressionante sobre a Caldeira, uma grande depressão com 7 quilómetros de perímetro e 2 quilómetros de diâmetro. Vamos percorrer todo o perímetro do alto do cone vulcânico, numa grande caminhada por um bonito trilho com uma altitude variável entre os 840 e os 1040 metros, passando pelo ponto mais alto da ilha e sempre com a caldeira ao nosso lado, numa verdadeira viagem de 360 graus por este gigante adormecido.

Está na hora de apanhar o barco para a bonita travessia do Canal do Faial em direção à Ilha do Pico. É um grande momento fotográfico, com a aproximação da montanha do Pico, quase sempre com uma nuvem presente perto do topo, e o Faial a desaparecer por trás de nós, com as suas encostas verdejantes a iluminar o horizonte.

Chegados ao Porto da Madalena, no Pico, partimos para um passeio pela Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, classificada como Património da Humanidade pela Unesco. Para que não seja apenas ver, vamos também poder provar um copinho de vinho verdelho, típico do Pico.

A Gruta das Torres, onde iremos descer ao "Centro da Terra" para admirar esta impressionante formação geológica, de origem vulcânica, um túnel lávico (criado por um rio de lava) com mais de 5 quilómetros de extensão e um desnível de 200 metros. Não iremos fazer toda a sua extensão, mas um guia credenciado levar-nos-á a explorar uma boa parte deste fenómeno geológico, com uma explicação muito interessante e bem-humorada sobre a sua criação. À saída, onde se encontra um ambiente dominantemente cavernícola, com diferentes tipos de vegetação, é possível fazer fotos dignas da National Geographic. :)

Mas isto é só o aperitivo... não muito longe está o "campo base" da subida ao Pico, e é para lá que nos dirigimos depois de um almoço com uma boa dose de hidratos de carbono? Mas espera aí, perguntam vocês... subir ao Pico, agora? Não é muito tarde? Não, respondo eu. :) Vamos subir ao Pico (num trekking de montanha com cerca de 4 a 5 horas) mesmo a tempo de ver o Pôr do Sol no topo, naquele que será certamente um dos highlights desta viagem, e por lá ficamos, a dormir na caldeira, devidamente aconchegados num saco de cama, dentro de uma tenda, a ver as estrelas no silêncio e na paz dos seus 2350 metros de altitude. Se é para pedir alguém em casamento, esta é uma boa altura.

Nota: a subida ao Pico é um trekking de montanha sem grande dificuldade técnica mas que, devido à sua inclinação, requer alguma preparação física. Iremos sempre a passo calmo, com as paragens necessárias para recuperar forças, mas é importante salientar que não se trata de uma atividade recomendável a quem tenha problemas cardio-respirarórios ou uma vida muito sedentária. 

Acordamos com as primeiras luzes do dia para apreciar um espetáculo irreal, o nascer do Sol do topo do Pico e o avistamento das 5 ilhas do grupo central (se não estiver lá uma nuvem a estragar tudo). Um bom piquenique em altura vai-nos dar a energia para o regresso, descendo os cerca de 1150 metros que nos separam do ponto de partida.

Chegamos mesmo a horas de um bom almoço no melhor vegetariano da região (há opção que chegue para os mais carnívoros) e prosseguimos com um passeio relaxante de carrinha por alguma das paisagens mais bonitas da ilha. Se as nossas pernas ainda estiverem aptas para sair uns metros, vamos aqui ou ali tirar umas fotos... em último caso, fotografa-se da janela. ;) Para os que passaram a noite em branco a fotografar as estrelas ou a rebobinar todos os acontecimentos da vida, dá sempre para encostar a cabeça a um cantinho e fechar os olhos.

Apanhamos o barco para São Jorge já ao início da noite e jantamos em Velas, explorando um pouco da vila antes do recolhimento.

São Jorge é conhecido como a "Ilha das Fajãs", uma ilha que se estende ao comprido e que não tem mais do que 10000 habitantes. A sua espinha dorsal é constituída por uma série de cones vulcânicos, do qual se destaca o Pico a Esperança, o ponto mais alto da ilha, com 1053 metros de altitude. Por outro lado, a costa acaba em grandes falésias, de onde surgem pontualmente grandes espaços planos de terra ao nível do mar. Estes espaços chamam-se fajãs e são um fenómeno causado pela erosão das falésias ao longo dos séculos. Aqui se instalaram entretanto pequenas povoações, algumas das quais não são acessíveis por estrada e não têm luz, nem água corrente. São locais de grande isolamento que têm por isso um encanto muito especial.

De Velas, atravessamos a ilha até à Serra do Topo. É aqui que começa o trekking que nos levará por um dos trilhos mais espetaculares do grupo central, a descida até à Fajã de Santo Cristo. Pelo caminho vamos encontrar paisagens deslumbrantes, vegetação luxuriante, pastagens e uma cascata de água com 10 metros de altura que alimenta um lago onde podemos nadar e apreciar a sua envolvência. Pouco depois, a Fajã de Santo Cristo surge em frente aos nossos olhos, um cantinho roubado ao mar, com uma grande lagoa a separar as pitorescas casinhas do mar. É um local mágico, como que saído de um conto, um espaço em que a alma se sente em paz. Antes de darmos uma voltinha pela povoação, vamos comer as famosas ameijoas de Santo Cristo ao Borges, criadas e apanhadas precisamente na lagoa que circunda a Fajã, e cozinhadas ao natural, com alho, cebola e azeite. Depois de 1h30m a caminhar vai certamente saber bem comer uns petiscos, com uma bebida fresquinha na mão e com o mar mesmo ali ao lado... rodeados por grandes falésias verdejantes.

Continuamos para os Cubres, outra lindíssima e exótica fajã, também ela com uma lagoa e com um enquadramento natural impressionante. Mas agora vamos por baixo, acompanhando a costa. O povoado desta fajã foi completamente arrasado pelo terramoto de 1757. Sofreu com outro terramoto em 1980 e muitas das suas casas tiveram de ser reconstruídas. É, por isso, uma fajã mais atual, com edificações mais modernas e melhores condições de alojamento. É por aqui que iremos ficar o resto do dia, a descansar e a descobrir os recantos da fajã. A ermida de Nossa Senhora de Lourdes (1908) é um dos locais que merece a nossa visita. O aparecimento de uma nascente que estava seca há muito tempo fez soar os alarmes de um milagre e há peregrinos que ali rumam para se banharem nas águas milagrosas, o verdadeiro "Betadine" ao natural. Se não der para curar as bolhas dos pés, pelo menos refresca, o que já não é mau. ;) Para o jantar e porque estamos nos Cubres, a ementa vai variar entre o peixinho grelhado e a costeleta de vaca ou o naco, muito populares nas redondezas. Ah, claro... e as ameijoas, para quem não tiver ficado saciado com as de Santo Cristo. Para a sobremesa, vão ter que experimentar o “espécie”, um doce tradicional de São Jorge.

Saímos da Fajã dos Cubres, certamente tristes por partir, mas animados porque ainda há mais para descobrir. Este é um dia flexível, se as pernas e a vontade de fazer mais um trekking ainda estiverem em alta, vamos fazer um trilho que segue a espinha dorsal da Ilha de São Jorge, serpenteando inúmeros cones vulcânicos e passando pelo ponto mais alto da ilha, o Pico da Esperança, de onde se avistam, com bom tempo, as restantes ilhas do grupo central. Continuamos agora a descer, até à Fajã do Ouvidor, um local que mistura paisagens costeiras de particular beleza e que esconde um local muito especial, a Piscina Natural Simão Dias, um paraíso aquático, rodeado por formações rochosas originadas por erupções vulcânicas. É a maior piscina natural de São Jorge e, ouso mesmo dizer, a mais espetacular de todo o Arquipélago dos Açores. Para quem gosta de snorkeling é um local incontornável. Mas há outra opção se as pernas e a vontade de fazer mais um trekking estiverem abaixo do "assim assim", então vamos diretos para a Fajã do Ouvidor e passamos mais tempo na Piscina Natural Simão Dias, aproveitando o final do dia para visitar a Ponta dos Rosais, o ponto mais a oeste da Ilha, acessível por uma pitoresca e panorâmica estrada rural que desponta num farol abandonado de onde se podem ver ilhéus e arribas escarpadas.

Fechamos o dia em Velas com um grande jantar de despedida, a partilhar as histórias da nossa aventura pelo triângulo do grupo central.

Resta-nos aproveitar o pouco tempo que resta para fazer as malas e passear um pouco por Velas. Está na altura de voltar ao continente, já com o Outono à porta.

 

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