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  27 março a 11 abril

A nossa proposta

Esta viagem tem como pretensão, desmistificar alguns dos preconceitos associados a este país maravilhoso enquanto exploramos algumas das regiões mais ricas que o mesmo tem para oferecer. Depois de mais de uma dezena de viagens ao Irão nos últimos cinco anos e a pedido de alguns participantes anteriores elaboramos um programa bastante diferente ao Irão de forma a tirar o máximo partido da riqueza dos seus contrastes: étnicos, geográficos ou mesmo gastronómicos. O nosso líder convidou alguns amigos Iranianos que têm dedicado parte da sua vida a explorar ou a criar algo nas respetivas regiões que vamos visitar, e serão eles a acompanhar-nos e a contribuir com a sua experiência, conhecimento e paixão pelos mesmos lugares. Será uma viagem adequada a quem já esteve no Irão e gostaria de conhecer outras regiões geográficas ou aqueles que vão pela primeira vez e pretendem ter uma experiência autêntica e diferenciada do que existe.


Spots fotográficos

. Teerão, entre o cosmopolita e o tradicional

. Curdistão Iraniano

. Aldeias tradicionais curdas

. Kermanshah e Bisotun, Património Mundial da Unesco

. Esfahan

. A aldeia troglodita de Meymand, Património Mundial da Unesco

. A cidade e o bazar de Kerman

. O deserto do Kaluts e o Vale-Oásis de Kershit

. Bandar Abbas e o Golfo Pérsico

. O mercado de Minab e a ilha de Ormuz

. As aldeias Bandari

 

Técnica fotográfica abordada

Fotografia de natureza, paisagem urbana, fotografia de rua, paisagem natural e retrato.

 

Material fotográfico aconselhado

Tratando‐se de uma experiência fotográfica, até um simples telemóvel poderá ser utilizado para registar as suas imagens. Recomenda‐se a utilização de uma câmara reflex, objetiva grande angular e teleobjetiva. Baterias adicionais são outro elemento a ter em conta. O tripé é sempre opcional.

 

Destinatários

Esta experiência fotográfica destina-se a todos que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmara que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e que se interessem natureza e pelo enriquecimento cultural.


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Programa composto por 16 dias de viagem, incluindo dias de partida e chegada. As visitas indicadas no programa poderão ter a ordem alterada, de modo a favorecer os participantes.

Portugal – Teerão

Voo para Teerão

 

Teerão

À chegada a Teerão, possivelmente ao final do dia, pernoitamos num dos bairros mais tradicionais da capital, numa casa restaurada por um casal amigo do líder que é hoje monumento nacional de elevada importância, tendo recebido vários prémios pela forma como foi recuperado. Na manhã seguinte aproveitamos para explorar esse mesmo bairro com os nossos amigos antes de partimos para Sanandaj, a capital do Curdistão Iraniano.

 

Curdistão Iraniano

Vamos entrar numa das zonas geográficas mais incompreendidas e ainda vistas com suspeição por muitos iranianos, sendo ao mesmo tempo uma das mais surpreendentes e de uma hospitalidade acima do normal (mesmo para os padrões Iranianos!). Por consequência da sua localização geográfica, durante centenas de anos as aldeias curdas foram arrasadas por inimigos que vinham da Ásia central a caminho do Médio Oriente, o que fez com que muitos curdos iranianos mudassem o seu estilo de vida para o nomadismo. Aqueles que se fixaram, escolheram vales e cadeias montanhosas isoladas o suficiente para se sentirem protegidos.

Durante três dias é por entre estas aldeias que vamos conhecer o fantástico e exótico Curdistão Iraniano. Vamos ter novamente outro amigo do líder a acompanhar-nos. Um jovem curdo que fala ambos os dialetos locais Hurami e Sorani, conhece as aldeias e as suas gentes como a palma da mão e será o nosso ponto de contacto com as comunidades locais. A dormida será em pequenos alojamentos de ecoturismo.

 

Kermanshah e Bisotun

De forma a partir a viagem até Esfahan, aproveitamos para pernoitar em Kermanshah e assim visitar Bisotun, que remonta ao império Aqueménida, Património Mundial da Unesco. Com 2500 anos, Bisotun, além dos seus relevos espetaculares cravados na rocha, é para a escrita cuneiforme o que a pedra de Roseta é para os hieróglifos, o documento que possibilitou decifrar o Persa antigo. O texto é uma declaração de Dario I quando ascendeu ao trono, em 3 línguas, Elamita, Acádio e o Persa antigo. A posição privilegiada na natureza eleva a espetacularidade e importância deste local.

 

Esfahan

É a epitome de um cenário imaginário das mil e uma noites. Teremos dois dias nesta maravilhosa cidade.

Com tempo suficiente para desfrutar da praça Naqsh-e Jahan em todo o seu esplendor e em alturas diferentes do dia. Visitamos as mesquitas Masjed-e Shah, Masjed-e Sheikh Lotfollah, perdição de qualquer fotógrafo e o palácio Kakh-e Ali Qapu. Passeamos entre pontes junto ao rio Zayandeh pela grandiosa ponte dos 33 arcos onde uma casa de chá nos convidará a disfrutar do momento.

A noite convida-nos a juntar-nos às dezenas de famílias iranianas que se deslocam para a praça para um picnic! E se ainda restar algum espaço, espera-nos satisfazer a gulosice com uma sobremesa típica Fereni Hafez, a tentação de qualquer iraniano.

Para quem já tenha estado em Esfahan o líder terá o cuidado de ver individualmente as opções restantes para quem pretenda um programa alternativo ou ter algum tempo livre.

 

Zein-o-din

A caminho de Meymand fazemos uma pausa para visitar este fabuloso Caravanserai (estalagem), que foi construído por ordem do Shah Abbas há cerca de 400 anos. Fica localizado a 2 dias de camelo de Yazd e pertencia a uma rede de “estalagens” de forma a expandir as rotas comerciais. Existiam 999 em toda a Pérsia e este é talvez o mais bem preservado atualmente.

 

A aldeia Troglodita de Meymand

Meymand é uma aldeia troglodita com bastante vida e é um espaço continuadamente habitado por milénios - as estimativas andam em redor dos 3000 anos – embora haja nas redondezas petróglifos e pinturas rupestres com cerca de 10.000 anos. Foi considerada Património Mundial pela Unesco, testemunho da autenticidade e riqueza do local.

Dois amigos do nosso líder mudaram de vida há cerca de 5 anos. Trocaram Teerão por esta pequena aldeia, recuperaram as grutas trogloditas que pertenciam à família e transformaram-nas num projeto sustentável de grande simbiose com a população local. Durante 2 dias vamos explorar as redondezas com ambos, visitando várias comunidades locais, o seu modo de vida e a natureza circundante, que vai revelar inúmeras surpresas. A gastronomia local será outro highlight!

 

Kerman e o deserto do Kaluts

Esta cidade tem um dos bazares mais memoráveis e atmosféricos do país. Vamos passear calmamente e assistir à fusão entre persas e baluchis – a etnia prevalente a Este desta zona, enquanto degustamos uma refeição tradicional num espaço local de eleição. Deslocamo-nos até aqui para seguirmos para o deserto de Lut. A erosão esculpiu desfiladeiros, escarpas e mesas de forma dramática, a lembrar um pouco Monumental Valley. Com a fama de ser o lugar mais quente do planeta (razão pela qual só fazemos esta viagem entre o Inverno e a primavera!) e de ter ainda dunas que rivalizam com as da península arábica, este deserto é para nós de uma beleza única. Ficaremos alojados numa casa tradicional de uma família local que nos vai mostrar alguns dos seus sítios favoritos, bem como de comida caseira. Devido à luminosidade muito baixa poderemos ainda assistir a céus estrelados inesquecíveis. No dia seguinte vamos até alguns oásis em vales esquecidos pelo tempo e aldeias “fantasma” de adobe, enquanto aguardamos mais uma vez pelo pôr-do-sol.

 

Bandar Abbas

Neste dia deslocamo-nos para sul até ao Golfo Pérsico. Vão sentir toda uma ‘vibe’ completamente distinta e única do resto do Irão. Uma atmosfera de certa forma mais relaxada, mulheres em grupo a fumar shisha, mercados de peixe, um vestuário mais solto e a brisa do mar. Chegamos a Bandar (porto) Abbas, onde os navegadores portugueses chegaram há pouco mais de 500 anos.

A ilha de Hormuz, o mercado de Minab e o Golfo pérsico

De manhã seguimos para o mercado tradicional e étnico próximo da antiga cidade de Minab, o Panjshanbe bazar. Este mercado acontece apenas uma vez por semana à quinta-feira e por essa razão vamos aproveitar dado ser único no Irão. Pela sua localização atrai pessoas de origens muito dispares como árabes do golfo pérsico, Baluchis ou Bashagardis. Vão também reparar que sendo um meio mais tradicional e fechado muitas mulheres além do chador preto usam uma máscara chamada “Burkeh”, bastante colorida e apenas usada nesta região do Irão.


No regresso a Bandar Abbas, vamos apanhar um barco para a ilha de Hormuz e testemunhar parte da história dos nossos antepassados no golfo Pérsico. A ilha foi conquistada em 1507 por Afonso de Albuquerque de forma a expandir o império Português na Ásia. Foi construído um forte – o qual ainda existe, sendo a construção portuguesa mais bem preservada no Irão atualmente (existem várias). Este domínio manteve-se durante cerca de um século.

Mas esta não é a única razão da nossa visita, a ilha de Hormuz tem sido o destino de eleição para alguns artistas iranianos, desde fotógrafos a artistas plásticos pela sua beleza natural e pouco desenvolvimento da ilha. Existe apenas uma estrada e não há carros, apenas alguns tuk-tuks que nos irão ajudar a explorar toda a beleza geológica da ilha, bem como as suas escarpas dramáticas junto ao mar. Como descrevia um artista residente “a ilha de Hormuz é o sonho de qualquer geólogo”. São dezenas as cores que encontramos nalguns dos vales da ilha, como vermelhos, amarelos, azuis e violetas, formações rochosas e paisagens lunares que nos transportam para outro mundo, especialmente com a luz do final de tarde. E com jeitinho, ainda conseguimos dar um mergulho.

 

Temos ainda o último dia em Teerão antes da grande despedida. Iremos inicialmente até ao norte da cidade para explorar o mercado de Tajrish, o Museu do cinema e passear pela maior avenida do país. Exploramos alguns dos cafés e recantos mais ‘trendy’ da cidade de forma a terem uma proximidade maior com a comunidade jovem mais cosmopolita. Deixamos o final do dia com uma surpresa por parte do líder e claro, alguns amigos iranianos.

 

Regresso a Teerão e voo de Teerão para Portugal.


 

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