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A nossa proposta

O deserto de altitude de Uyuni, na Bolívia, prolonga-se pelo deserto de Atacama, no Chile, num despique de belezas naturais que inclui salares, géisers, vulcões e lagoas de várias cores. Do lado da Bolívia, teremos ainda oportunidade de visitar Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo.


Spots fotográficos

Cidade de La Paz
Deserto e salar de Uyuni: lagos, montanhas, géisers, vulcões
Deserto de Atacama: Vale da Lua e oásis de San Pedro
Cidade colonial de Potosí (UNESCO)
Ruínas da cidade pré-colombiana de Tihuanaco
Lago Titicaca


Técnica fotográfica abordada

Paisagem natural e Paisagem urbana. É de assinalar que, por razões culturais, na Bolívia, a população andina geralmente não gosta de ser fotografada.


Material fotográfico aconselhado

Tratando‐se de uma experiência fotográfica, até um simples telemóvel poderá ser utilizado para registar as suas imagens. Para esta viagem recomendamos a utilização de uma câmara reflex, com um leque variado de objetivas: grande angular, teleobjetiva e macro, esta última a pensar em pormenores dos cristais de sal. Pode também precisar de tripé, se optar por fotografar à noite no deserto, assim como cabo disparador e filtros de densidade neutra.


Destinatários

Esta experiência fotográfica destina-se a todos que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmara que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e o interesse pela natureza que o rodeia.


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Programa composto por 16 dias de viagem, incluindo dias de partida e chegada.


Começamos a nossa exploração fotográfica na capital mais alta do mundo, La Paz, entre a catedral e a igreja de S. Francisco, o Mercado das Bruxas e o Museu da Coca.
La Paz é uma cidade gigantesca, com um pequeno centro colonial no fundo do vale e uma gigantesca favela que parece não parar de crescer pelas encostas acima até ao altiplano, o planalto andino onde fica a cidade de El Alto, que alcançaremos de teleférico. Pelas ruas surgem oportunidades fotográficas únicas: autocarros antigos, elegantes cholitas (mulheres aimará) de chapéu alto e saia rodada, e mercados muito ativos, nomeadamente o Mercado das Bruxas, onde está à venda tudo o que é necessário para ofertar à Mãe Terra, a Pacha Mama. O mundo dos Andes começa aqui, e o nosso registo fotográfico também.
Uma visita guiada a Tihuanaco, conjunto de ruínas fascinantes da cidade pré-colombiana que é considerada como berço da Bolívia, vai dar-nos uma perspetiva histórica do início do país. Por volta do ano 800, Tihuanaco localizava-se nas margens do lago Titicaca, que visitaremos a seguir. As mudanças terrestres e meteorológicas encarregaram-se de distanciar a cidade do lago, o que influenciou em muito o seu abandono…


A história da Bolívia continua em Potosí, que alcançaremos depois de uma viagem noturna de autocarro. Já instalados nesta cidade Património Mundial da Humanidade (UNESCO), teremos ao dispor das câmaras fotográficas um cenário único: Potosí é uma das mais bem conservadas cidades coloniais do país, repleta de monumentos da época do domínio espanhol, como a catedral, o Convento de Santa Teresa ou a igreja de São Francisco, que nos permite ter uma vista fantástica sobre a cidade.  Antes de deixar Potosí, os fotógrafos mais destemidos terão ainda oportunidade de registar o trabalho dos mineiros nas minas de prata de Cerro Rico, situadas nos arredores.
O contraste entre o passado e o presente chega em Uyuni, modesta povoação situada nas margens do maior salar (lago salgado) do mundo. O fim do dia no cemitério de comboios permite-nos iniciar as experiências com a luz tão particular do salar de Uyuni.


A travessia de jipe deste salar e deserto de altitude, numa viagem de três dias que termina na fronteira do Chile, será, sem dúvida, um dos pontos altos da viagem. As paragens vão permitir captar não só as zonas de exploração de sal, como a aldeia de Colchani, mas também a incrível “ilha” Incahuasi, onde alguns catos gigantes têm mais de 1000 anos, o deserto de Siloli, famoso pelas formações rochosas inusitadas, e um rosário de lagoas encaixadas numa extraordinária paisagem de montanhas. Esta é uma região belíssima, que faz as delícias dos fotógrafos especialmente dedicados à natureza e fauna selvagem: lamas, vicunhas, raposas e vizcachas desfilam numa paisagem de outro planeta.


Ainda durante a travessia dos desertos andinos que unem a Bolívia e o Chile, cruzamos o Parque Nacional Eduardo Alvaroa até à Laguna Colorada, onde vivem várias espécies diferentes de flamingos, registaremos ao nascer do dia o fumo dos géisers em Sol de Mañana, junto às nascentes de água quente – onde também é possível tomar um banho ao ar livre -, seguimos pelo deserto surreal de Salvador Dali até à Laguna Verde, no sopé do vulcão Lincancábur, por vezes fumegante. As oportunidades fotográficas parecem infinitas e continuam a centrar-se nas maravilhas naturais da zona: as cores da terra, os vultos retorcidos das rochas, as vicunhas e raposas fugidias que atravessam o caminho.

 

Uma vez no Chile, ficaremos instalados em San Pedro, aldeia oásis do deserto de Atacama, considerado como o deserto mais seco do mundo. A arquitetura tradicional, com tijolos de terra cobertos de argila, continua aqui a ser usada e a ela se deve muito do charme desta pequena povoação que há muito entrou na rota do turismo do norte do Chile.
Uma visita matinal à Pucará (fortaleza) pré-colombiana de Quitor, encimada por um miradouro sobre o magnífico Vale da Morte, permite registar a luz macia do nascer do dia. Já o percurso pela Cordilheira do Sal e Valle de la Luna, é onde o deserto de Atacama nos revelará algumas das suas mais extraordinárias paisagens. O pôr-do-sol é sempre magnífico visto do ponto alto escolhido para o receber, que abrange a cordilheira andina e o deserto, aos nossos pés. Areia rosada, rochas avermelhadas, o brilho branco do sal e o vulto escuro dos Andes ali mesmo são imagens de grande beleza fáceis de captar, mas difíceis de esquecer.


Durante a estadia em San Pedro, são muitas as opções de exploração fotográfica na natureza, através dos mais diversos meios de transporte: aluguer de bicicleta para explorar os arredores, tours de minivan dentro do deserto, caminhadas, observação noturna dos astros, etc.  
O regresso à Bolívia (Uyuni) será feito por um caminho diferente, mas igualmente sedutor, que nos permite conhecer – e captar com as nossas câmaras sempre atentas - mais um pouco do planalto andino. E desta vez, também a viagem até La Paz será feita inteiramente de dia, oferecendo instantâneos da própria viagem (interior do autocarro público, terminal de autocarros, etc.) enquanto outras paisagens desfilam lá fora.


O último dia será de despedida, mas sem deixar de captar a vida na capital por locais menos conhecidos, como o “mercado negro”.

 

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