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  18 novembro a 3 dezembro

A nossa proposta

O Japão é um país composto por uma miríade de ilhas (cerca de 6000) e o turismo internacional concentra-se apenas na maior, Honshu, onde começa a nossa viagem, entre Quioto e a histórica cidade de Hiroshima, com paragem no famoso castelo de Himeji. Mas são as ilhas e cidades pequenas que mantêm o verdadeiro carácter japonês e revelam a beleza profunda do país: em Miyajima, por exemplo, encontramos um tesouro natural repleto de templos, e na ilha de Shikoku escondem-se, entre outras maravilhas, um dos mais belos jardins dos Japão e um dos seus castelos mais fotogénicos. As paisagens naturais do interior, que lhe dão o nome de “Tibete japonês”, também são extraordinárias, e alcançar a pé alguns dos templos da ilha, distribuídos por aldeias e montes, é uma experiência única. A juntar à sua fotogenia natural, algumas ilhas também se destacam pela arte, sendo as danças típicas de Takamatsu e as exposições permanentes ao ar livre de Naoshima dois bons exemplos disso. Por isso “small is beautifull” - pequeno é bonito – vai ser o lema desta viagem por um Japão mais profundo e menos turístico.

 

Spots fotográficos

. Quioto

. Castelo de Himeji

. Hiroshima, Parque e Museu Memorial

. Castelo e cidade de Matsuyama

. Espetáculo de danças tradicionais Awa Odori

. Vales de Oboke e Iya, com as suas florestas, rios selvagens e pontes de vime

. Templos 1, 2 e 3 da peregrinação de Shikoku

. Jardim de Ritsurin, em Takamatsu

. Templo de Konpira San, em Kotohira

. Ilha das artes de Naoshima

. Ilha de Miyajima, templos e floresta


Técnica fotográfica abordada

Paisagem natural, Fotografia de Arquitetura e Retrato.


Material fotográfico aconselhado

Tratando‐se de uma experiência fotográfica, até um simples telemóvel poderá ser utilizado para registar as suas imagens. De qualquer modo, recomenda‐se a utilização de uma câmara reflex, objectiva grande angular e teleobjectiva. Como material opcional, considere ainda a utilização de um tripé, cabo disparador e filtros de densidade neutra.


Destinatários

Esta experiência fotográfica destina-se a todos que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmara que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e que se interessem pelo enriquecimento cultural.


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Programa composto por 16 dias de viagem, incluindo dias de partida e chegada, utilizando os excelentes meios de transporte públicos do Japão (comboios e autocarros). As visitas indicadas no programa poderão ter a ordem alterada, de modo a favorecer os participantes.

Começamos a nossa viagem em Quioto, cidade elegante, conhecida como guardiã da cultura japonesa, onde templos e ruelas medievais contrastam com uma parte mais moderna. Vamos fotografar as suas vielas estreitas e empedradas até ao magnífico templo de Kyomizu Dera, percorrer os túneis de torii vermelhos do Fushimi Inari Taisha. E como as primeiras impressões são importantes, não podemos deixar de fora o clássico Templo Dourado, rodeado por um jardim que oferece todas as maravilhas da época, sejam elas flores, folhas douradas ou um chão de musgo verde.

 

A viagem fotográfica continua logo no dia seguinte em Himeji, com a visita à “garça branca”, como é conhecido o seu castelo. Este é um dos três mais importantes do Japão, uma maravilha da arquitetura defensiva protegida pela UNESCO. As grandes angulares vão ser aqui postas à prova, tal é o tamanho e a majestade dos edifícios desta fortaleza.

Hiroshima fica logo ali, e será a nossa base para visitar a pequena ilha de Miyajima. O seu parque e museu, construídos no exato lugar onde foi largada a primeira bomba atómica, são um must para os apreciadores de história e um lugar nostálgico para os fotógrafos, ao fim do dia.

De manhã bem cedo começa o nosso périplo pelas pequenas ilhas do Japão, com um ferry matinal que nos levará até Miyajima, onde subimos o monte Misen de teleférico, descendo depois pelos trilhos que percorrem a floresta até um dos mais conhecidos “postais” do Japão: o Otorii do templo Itukushima. Os veados vão acompanhar a nossa visita, e a subida e descida das águas do Mar de Seto vai proporcionar imagens de rara beleza, durante o dia que passaremos na ilha.

 

No dia seguinte partimos de ferry para Shikoku, a mais espiritual ilha do Japão. Conhecida como a lha dos 88 Templos, é famosa pela peregrinação que qualquer bom budista japonês tenta fazer ao menos uma vez na vida, percorrendo-os um a um nas pisadas de Kukai, o guia espiritual criador do budismo Shingon. Vamos aproveitamos a nossa estadia na mais pequena das quatro grandes ilhas japonesas para conhecer melhor esta parte espiritual do Japão, e visitar os 3 primeiros templos da peregrinação, ligando-os a pé num percurso fácil.

 

Mas primeiro paramos em Matsuyama, a maior cidade da ilha, onde fica outra das pérolas da viagem: um castelo no cimo da colina, um dos mais bonitos do país e com uma excelente vista sobre a cidade e o mar de Seto. Tal como as outras cidades que encontraremos na ilha, também esta tem um ambiente acolhedor, propício a fotografia de rua, nomeadamente em redor do Dogo, um dos onsen (banhos públicos) mais antigos do Japão, onde passam elétricos e mesmo uma locomotiva a vapor…

A pequena cidade de Kochi fica na costa oposta da ilha, e é conhecida pelo seu tempo ameno. Também aqui há um castelo sobranceiro à cidade, mas o ponto forte será a fotografia de rua, sobretudo na zona comercial, junto ao mercado Hirome. Aproveitamos para dar um salto à praia: a curta distância da cidade fica Katsurahama, uma pequena e fotogénica baía que vale a pena ir conhecer – até porque o caminho até lá passa por um miradouro fantástico e pelo Chikurin, um dos mais visitados templos da ilha.

 

O dia seguinte será passado em imersão na natureza: de comboio, táxi e barco vamos explorar o interior montanhoso de Shikoku, conhecido por “Tibete japonês”, onde gargantas estreitas com rios de água turquesa, florestas frondosas e antigas pontes de vime nos dão uma pequena amostra do coração selvagem da ilha.

Continuamos a viagem em Tokushima, mais uma das pequenas cidades de Shikoku. Nas proximidades tem início a peregrinação dos 88 templos, com os templos 1, 2 e 3, que iremos ligar a pé, num percurso fotogénico ao encontro do lado mais espiritual do Japão. Por companhia teremos certamente alguns Ohenro (peregrinos) com os seus coletes brancos e chapéus de palha. E terminamos o dia a dançar no show de awa odori, as danças tradicionais mais populares do Japão, abertas à participação dos dançarinos mais audazes…

 

De Tokushima mudamo-nos para Takamatsu, última paragem em Shikoku e porta de embarque para a ilha das artes de Naoshima, verdadeiro museu a céu aberto e espaço de acolhimento do festival de arte contemporânea Setouchi Triennale, que decorre em 2019. Não nos despedimos de Shikoku sem percorrer um dos três mais belos jardins do Japão, o Ritsurin, nem deixaremos de nos despedir da espiritualidade da ilha subindo os degraus de um dos seus mais impressionantes templos, o Kotohira, que combina admiravelmente budismo e xintoísmo.

O regresso a Quioto será feito de autocarro, certamente ainda a tempo de conhecer um pouco mais desta fantástica cidade da ilha grande de Honshu.

 

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