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  18 a 25 maio

A nossa proposta

Percorrer a Córsega é desfiar um rosário de montanhas e praias, atravessar uma paleta de verdes secos e azuis-turquesa, com as manchas de casarios cinzentos a marcar a presença humana. Uma ilha selvagem num mar manso, com todo o sabor do Mediterrâneo

 

Spots fotográficos

. As cidades e vilas típicas de Ajaccio, Calvi, Corte e Bonifacio

. La Balagne, um desfile de aldeias típicas

. As Calanches, formações rochosa

. As gargantas de Restinga

. Os lagos do monte Rotondo: o Melo e o Capitello

 

Técnica Fotográfica abordada

Paisagem natural e Paisagem urbana

 

Material fotográfico aconselhado

Tratandose de uma experiência fotográfica, até um simples telemóvel poderá ser utilizado para registar as suas imagens. De qualquer modo, recomendase a utilização de uma câmara reflex, objectiva grande angular e teleobjectiva. Como material opcional, considere ainda a utilização de um tripé, cabo disparador e filtros de densidade neutra.

 

Destinatários

Esta experiência fotográfica destina-se a todos que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmara que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e que se interessem por Natureza e enriquecimento cultural.


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Do 1º ao 8º dia:

Voo até Marselha


Voo até Marselha.

 

Os franceses chamam à Córsega a “ilha da beleza”, e têm razões para isso: com uma costa recortada – por vezes até esculpida, como é o caso das Calanche – de mar azul-turquesa no verão e azul profundo no inverno, um coração montanhoso riscado por inúmeros trilhos que nos levam por picos, florestas e lagos, cidades pitorescas e à escala humana, monumentos e referências históricas como a vida do seu “filho” mais conhecido, Napoleão, de facto não faltam pontos de interesse para uma visita a esta ilha belíssima – e muito menos motivos fotográficos.

 

Ajaccio, a capital”, é uma cidade agradável, onde o nome de Napoleão aparece um pouco por todo o lado. Fica aqui a Casa Bonaparte, palacete aberto a visitas. No animado porto Tino Rossi, palmeiras e casas em tonalidades pastel debruçam-se sobre os barcos dos pescadores, transformados em miniaturas pelos enormes ferrys de ligação ao continente. Ali próximo, o mercado é o lugar ideal para comprar alguns dos produtos locais, como os doces de castanha, produto tão abundante que chega a ser usado para dar sabor à cerveja. Uma estradinha estreita leva-nos até à torre genovesa da ponta de Parata, de onde se avista as três colinas negras das ilhas Sanguinaires, levantando-se de um mar azul-turquesa transparente.

 

Em direção ao norte e acompanhando a costa, passamos por Cargèse, com as suas igrejas de rito latino e ortodoxo, e pela praia de areia branca – uma raridade na ilha - de Sagone. A costa é recortada e o encontro da terra com o mar é por vezes marcado por torres de vigia; espalhadas por toda a costa, foram construídas durante o século XVI, para avisar as populações da aproximação dos corsários sarracenos, que tantas razias faziam na ilha. Reconstruídas, são o símbolo do turismo corso e muitas estão abertas a visitas, servindo como ótimos miradouros.

 

Uma das mais conhecidas é a que fica na aldeia costeira de Porto, numa região onde encontramos alguns dos locais mais interessantes da ilha, e uma verdadeira obra-prima da natureza: as Calanches, formações rochosas costeiras tão extraordinárias que merecem a proteção da UNESCO. A estrada corta pelo meio de dedos, caras, monstros que se levantam do chão e se recortam no azul do mar, mas só com um curto passeio pelo mato chegamos junto de algumas das rochas mais conhecidas.

 

Ainda nas proximidades de Porto percorremos as gargantas de Spelunca, 2 km de paredes de granito alaranjado que chegam a atingir um quilómetro de altura. A estrada acompanha a parte mais importante da garganta, entre as aldeias de Ota – onde encontramos duas pontes genovesas - e a aldeia de Piana, classificada como “Un des plus beaux villages de France”.

 

A chegada à minúscula baía de Porto é anunciada pela sua torre genovesa, empoleirada numa rocha avermelhada sobranceira à praia de seixos cinzentos. Seguem-se Galeria e Girolata, pequenas aldeias em golfos recortados, entre o perfumado maquis corso e o Mediterrâneo. A chegada à minúscula baía de Porto é anunciada pela sua torre genovesa, empoleirada numa rocha avermelhada sobranceira à praia de seixos cinzentos.

 

Um pouco mais a norte vamos ao encontro de Calvi. À primeira vista, a cidade-fortaleza parece avançar pelo mar dentro. Lá em baixo espera-nos uma cidadela do século XIII e uma bela praia com seis quilómetros, debruada a pinheiros e suficientemente ventosa para os apreciadores de windsurf. Para além de percorrer as fortificações e as agradáveis ruas da baixa, recomenda-se uma subida àNotre-Dame-de-la-Serra para a melhor vista sobre a cidade. E ali bem perto não convém ignorar Lumio, uma aldeia do século XV com um cemitério junto à costa e uma pequena mas preciosa igreja do século XII, dedicada a S. Pedro e S. Paulo.

 

Mas a Córsega não é só costa e mar. De Calvi partimos à descoberta do interior e penetramos em uma das zonas mais tradicionais da ilha: La Balagne, um desfile de aldeias típicas (e fotogénicas) espalhadas pelos montes. Seguimos junto ao vale de Asco, no sopé do ponto mais alto da ilha, o monte Cinto (2706 m).

 

A próxima paragem será na cidade de Corte, encaixada entre paisagens de montanha junto ao monte Rotondo que, com 2.622 metros de altitude, é o segundo mais alto do território. Corte continua a ter o peso de uma capital histórica e cultural, até porque foi a cidade escolhida pelo independentista Pascal Paoli como capital da Córsega independente (1755-1769). A sua fortaleza está empoleirada num rochedo gigantesco, e o Museu da Córsega fica em baixo.

 

O enquadramento montanhoso da cidade faz com que este seja o lugar ideal para servir de base a um percurso pelas gargantas de Restonica, que deixam ver de novo, ao longe, o azul do mar. Depois podemos continuar a pé, monte acima, e num passeio de 2h30 e alcançar dois dos mais belos lagos do monte Rotondo: o Melo e o Capitello.

 

De novo em direção à costa, num dia longo através de montes e florestas faz-se a travessia do coração da ilha até à magnífica cidade de Bonifacio, autêntico barco ancorado numa falésia de cores claras.

 

Ajaccio não fica muito longe, mas antes de partir não se pode perder um último mergulho no interior rústico da ilha, com um circuito que abrange a aldeia de Zonza, enquadrada por um verdadeiro agulheiro de picos rochosos.

 

8º dia:
Voo para Portugal.



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