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  26 dezembro a 10 janeiro - últimos lugares

A nossa proposta

Myanmar, a antiga Birmânia, só agora começa agora a ter a atenção que merece: para lá de um país coberto de magníficos templos, do dourado fulgurante do Shwedagon às fotogénicas ruínas de Bagan, a atração vem sobretudo do seu povo, dos seus mercados e ruas animadas, de uma diversidade de culturas única. Os monumentos culturais de Mandalay e a beleza natural do lago Inle já são clássicos incontornáveis, mas nesta viagem também vamos descobrir outros locais fora das rotas turísticas, como a muito birmanesa cidade de Meiktila, com os seus templos lacustres, e o fotogénico complexo de Po Win Taung. Com um pé no presente e outro no passado, Myanmar é, sem dúvida, um dos últimos países da Ásia a descobrir.


Spots fotográficos

. Yangon
. Mandalay 
. Templos de Sagaing e Paleik, Ponte U Bein
. Complexo de Po Win Taung (Monywa)
. Lago Inle e arredores
. Bagan
. Grutas de Shwe Oo Min (Kalaw)
. Templos do lago de Meiktila 


Técnica fotográfica abordada
Técnicas adaptadas a paisagem natural e urbana. Templos e monumentos, mercados. Fotografia noturna.


Material fotográfico aconselhado
Tratandose de uma experiência fotográfica, até um simples telemóvel poderá ser utilizado para registar as suas imagens. Para esta viagem recomendamos a utilização de uma câmara reflex, com um leque variado de objetivas: grande angular e teleobjetiva. Pode também precisar de tripé, assim como cabo disparador e filtros de densidade neutra, se optar por fotografar à noite em Meiktila ou Yangon, ou para captar o pôr do sol no rio Ayeyarwady, em Bagan, Amarapura ou no lago Inle.

Destinatários
Esta experiência fotográfica destina-se a todos que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmara que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e que se interessem por natureza e enriquecimento cultural.

 


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1º dia:
Voos Portugal-Yangon (Myanmar)

do 2º ao 15ºdia:
Mal se põe o pé em Myanmar, começam as emoções. A viagem do aeroporto até à baixa de Yangon revela templos, parques, lagos e um tráfego intenso e diversificado que nos vai acompanhar durante toda a estadia. 

A verdade é que Yangon ainda é o coração do país. A mudança da capital para Naypyidaw tem enfrentado uma resistência silenciosa e a cidade continua a ser muito mais visitada – justificadamente – do que a pretensa rival. Esta é uma cidade feita à escala humana, com uma arquitetura essencialmente colonial e muito interessante. Num simples passeio a pé descobrimos bairros indianos e chineses com os seus templos e mercados – prova de uma fusão cultural que se mantém até hoje – e pequenos templos escondidos, que anunciam a majestade dourada dos grandes Sule e Shwedagon. Este último é o símbolo do país, e o mais venerado de todos os templos budistas de Myanmar. De manhã à noite, o rodopio de peregrinos, famílias em passeio e simples turistas (locais e estrangeiros) faz deste gigantesco templo um carrossel de imagens prontas a ser registadas. Também os pequenos “cafés” de rua, que na verdade são casas de chá, são um chamariz irresistível para os momentos de descanso, assim como os jardins do lago Kandawgyi.

Depois do primeiro mergulho no país, um comboio noturno vai levar-nos rumo ao norte até Mandalay, considerada a mais birmanesa das cidades. O assunto é discutível, e podemos fazê-lo depois de visitar o templo de Mahamuni, que guarda uma estátua feita diretamente de um molde de Gautama Buda, durante a sua passagem por Myanmar, ou no cimo da colina de Mandalay (Mandalay Hill), que tem uma vista fantástica sobre a cidade. 

Uma coisa que deve ser dita sobre esta nação maioritariamente budista: não há de falta de templos, nem de gente a visitá-los. E é aí que encontramos belíssimas - ou pelo menos exóticas e muito fotogénicas - peças de arquitetura, assim como aspetos da vida e das crenças de (quase) 

todas as tribos que formam este extraordinário país. Ao percorrermos os arredores da cidade, agora com o nosso transporte privado, teremos oportunidade de visitar mais alguns, escolhidos a dedo, em Sagaing, antiga capital real, e em Paleik, onde uma estranha lenda faz com que um pagode dê abrigo para algumas enormes pitons…   E é em Amarapura, outra das capitais reais, que terminamos o dia com um clássico: fotografar a ponte de teca mais longa o mundo ao por-do-sol. 

O nosso próximo objetivo fotográfico fica a pouco mais de 3 horas de distância. Trata-se do espantoso santuário de Po Win Taung, um complexo de templos que foram sendo escavados no chão e nas rochas das montanhas, entre os séculos XIV e XVIII. Ficam fora da grande rota turística, mas valem bem: vamos percorrer trilhos que partilharemos com muitos macacos e alguns fiéis birmaneses, que ali vêm prestar homenagem, numa caminhada fantástica e cheia de descobertas surpreendentes, por entre grutas e templos recheados de frescos coloridos e estátuas de Buda.

O spot seguinte é um dos mais conhecidos e turísticos locais do país, mas que não perde nunca o encanto: Bagan e a sua planície semeada de templos. São mais de 2000, em vários estilos e tamanhos, numa área com cerca de 70 kms2. Com a ajuda de motorizadas elétricas, vamos explorar ao nosso ritmo esta área protegida pela UNESCO, nas margens do rio Ayeyarwady. Os magníficos templos de Shwezigon, Ananda e Sulamani são apenas três dos mais conhecidos, mas há muitos outros recantos onde poderemos encontrar a história a sós.  

Nesta altura da viagem já começamos a conhecer o país e quem o faz: um povo acolhedor e extremamente cortês, que gosta tanto como nós de uma boa conversa e de fotos com poses que vão do tímido ao extravagante. É esta disponibilidade que vamos encontrar num local único, a nível natural e cultural: o lago Inle, terra dos amáveis Intha, os “filhos do lago”, que vivem em aldeias palafitas e se deslocam pelas suas ruas-canais em barcos a remo ou motorizados. Mas antes, na pequena vila de Kalaw, há uma gruta que espera por nós recheada de estátuas de Buda e pintada de fresco. É apenas uma das muitas que existem na região, mas é das que ainda pertence ao povo, mais do que ao turismo externo. 

Finalmente chegamos ao lago Inle e instalamo-nos nas suas margens, em Nyaungswe. Esta majestosa extensão de água azul, onde os pescadores remam com uma perna enquanto lançam uma rede cónica com as mãos, é um dos locais mais fotogénicos do país. Vamos percorre-la de barco até Inthein, por entre aldeias pacatas e jardins flutuantes, silhuetas de barcos, pagodes e pescadores, recortadas num céu onde o sol se põe... 

Já em terra, percorremos a pé uma das aldeias próximas à descoberta de mais detalhes da vida junto ao lago, e também o mercado de Nyaungshwe, que apesar do turismo crescente continua a ser o principal local de compra e venda para os Intha e os Pa-O que vivem nas redondezas. E ainda há tempo para uma despedida do lago, com um derradeiro passeio junto às margens antes de partir para o destino seguinte.

Não vamos para Yangon sem fazer uma paragem em Meiktila, cidadezinha que, na sua simplicidade, nos revela a vida de todos os dias nas das suas ruas e mercado. A grande atração é, sem dúvida, o passeio noturno junto aos templos do lago, que sobressaem das águas ao cair do dia e proporcionam belas fotos noturnas. 

A viagem final é longa, mas não faltarão oportunidades fotográficas estrada fora. Já em Yangon, o último dia será uma espécie de adeus prolongado, entre os últimos passeios e uma visita ao mercado Bogyoke, onde se pode encontrar algum do melhor artesanato do país – e excelentes oportunidades de fotos nos pequenos restaurantes de rua que o envolvem. 

16º dia:
Voos Yangon- Portugal
A chegada a Portugal pode variar segundo o voo escolhido, há voos mais baratos que chegam só no dia seguinte.

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