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  3 a 18 agosto

A nossa proposta

Parta à descoberta de Madagáscar, um dos destinos mais fascinantes e com um dos maiores índices de biodiversidade do planeta, e viaje por diferentes cenários fotográficos que vão desde vastas zonas de pináculos, passando por terraços de arroz, planaltos, montanhas, desfiladeiros, florestas tropicais e espinhosas, savanas, mangais ou praias com água cor turquesa, até aos majestosos embondeiros.

 

Percorra estradas de terra vermelha, atravesse rios e povoações remotas, caminhe por áreas naturais únicas, passeie por zonas históricas, visite os mercados, observe lémures e outros animais, assista à azáfama dos pescadores e comprove a imensa multiculturalidade e a enorme simpatia dos malgaxes.

 

Spots Fotográficos

Parque Nacional de Ranomafana

Parque Nacional de Isalo

Parque Nacional de Zombitse-Vohibasia

Parque Nacional de Tsingy de Bemaraha

Reserva Anja

Maciço de Andringitra

Avenida dos Embondeiros

Canal de Moçambique

Rio Manabolo

Terraços de arroz

Diferentes grupos étnicos

 

Técnica Fotográfica

Fotografia de natureza (fauna, flora), paisagem natural e retrato.

 

Material Fotográfico
Tratandose de uma experiência fotográfica, até um simples telemóvel poderá ser utilizado para registar as suas imagens. Recomendase a utilização de uma câmara reflex, objetiva grande angular e teleobjetiva. Baterias adicionais são outro elemento a ter em conta. O tripé é sempre opcional.

 

Destinatários

Esta experiência fotográfica destina-se a todos que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmara que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e que se interessem por natureza e pelo enriquecimento cultural.


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Do 1º ao 15º dia:

Voo Portugal - Madagáscar

 

A nossa viagem fotográfica começa na capital, Antananarivo, onde ficaremos alojados na primeira noite e de onde partiremos em direção a sul pela cénica RN7. À medida que formos percorrendo esta estrada começarão a surgir diversos motivos para fotografar como sejam montanhas de terra vermelha, terraços de arroz, casas de traça típica e bancas de venda de artesanato, de fruta ou de brinquedos de madeira.

 

Visitaremos a cidade de Antsirabe, conhecida pelo seu cariz colonial e pelos seus riquexós chamados de pousse-pousse, pararemos em Ambositra para observar os artesões a trabalhar a madeira segundo a arte Zafimaniry e continuaremos pelas paisagens deslumbrantes da região de Betsileo até Ranomafana.

 

No Parque Nacional de Ranomafana, classificado como património mundial da humanidade pela UNESCO, caminharemos por floresta tropical luxuriante e observaremos algumas das espécies de lémures aí existentes, como o Sifaka de Milne Edwards ou o raro Lémur Dourado do Bambu, e um considerável número de aves, répteis, anfíbios e insetos como seja o Inseto Girafa. Surgirão fantásticos momentos para fotografia de natureza diurna e noturna, dado que também faremos uma caminhada à noite em busca de camaleões e lémures noturnos.

 

Viajamos para Ambalavao, não deixando de parar na cidade de Fianarantsoa onde poderemos visitar o laboratório fotográfico de Pierrot Men, um fotógrafo malgaxe internacionalmente conhecido, e o seu bem conservado centro histórico cuja arquitetura retrata diferentes fases da evangelização de Madagáscar. Já em Ambalavao, poderemos contemplar a estética dos edifícios, observar o fabrico de papel Antemoro e de seda de origem selvagem, ir a um mercado Zebu, gado característico de Madagáscar e de grande importância a nível sociocultural, e avistar o maciço de Andringitra formado por grandes montanhas de rochas graníticas rodeadas de terraços de arroz (preparados de forma tradicional pelos Betsileo).

 

Regressados à RN7 continuamos em direção à vila de Ranohira, mas fazendo uma breve paragem na Reserva Anja para fotografar lémures de cauda anelada, camaleões e diferentes aves, e assim entrarmos na região do Grande Sul. Será um dia repleto de paisagens fantásticas que irão surgindo ao longo do planalto de Horombe até à zona de Isalo, ou seja, viajaremos pela região da etnia Bara.

 

O Parque Nacional de Isalo é formado por um maciço de arenito com geomorfologia típica, já que a erosão esculpiu formas fantásticas, sendo a Janela de Isalo a mais conhecida. Ao caminharmos pelo desfiladeiro de Namaza, pelas piscinas naturais e por outras zonas do parque, constataremos a originalidade da vegetação endémica e da fauna específica deste local único de vistas panorâmicas deslumbrantes.

 

Ao viajarmos para sudoeste em direção a Toliary, atravessaremos vilas mineiras como Ilakaka, visitaremos o Parque Nacional de Zombitse-Vohibasia, onde veremos uma grande variedade de fauna e flora como Sifakas de Verreaux, um ou outro Lémur Desportivo de Hubbard ou embondeiros, e faremos uma breve paragem junto a túmulos da etnia Mahafaly. Com o aproximar à cidade de Toliary, a paisagem irá sofrendo alterações e o Canal de Moçambique começará a surgir no horizonte.

 

Pernoitaremos em Amboromailaka, uma aldeia piscatória a norte de Ifaty, onde poderemos admirar a cor turquesa das águas do Canal de Moçambique e observar a ida para o mar dos pescadores Vezo, nas suas pirogas com velas coloridas, e o seu regresso a terra. Não faltarão oportunidades para fazer fotografia de retrato.

 

Seguimos ao longo do Canal de Moçambique até à cidade de Morondava, onde iremos pernoitar. No dia seguinte sairemos cedo de modo a estarmos a tempo do nascer do sol na Avenida dos Embondeiros (Allée des Baobabs), um dos locais mais emblemáticos de Madagáscar, e assim aproveitarmos a luz do início do dia para fotografar estas árvores exóticas consideradas como sagradas para os malgaxes. Prosseguiremos a caminho do Rio Tsiribihina, o qual será atravessado em barcaça até Belo sur Tsiribihina, para depois continuarmos até Bekopaka, onde chegaremos ao final do dia. Será um trajeto em que a aventura se misturará com paisagens extraordinárias e excelentes oportunidades fotográficas.

 

Em Bekopaka subiremos um pouco o Rio Manabolo em piroga, para observar cavernas com estalactites e estalagmites e o famoso túmulo do povo Vazimba (primeira etnia a habitar a ilha), e iremos ao Parque Nacional de Tsingy de Bemaraha, igualmente classificado como património mundial da humanidade pela UNESCO, o que será certamente um dos pontos altos da viagem.

 

No Parque Nacional de Tsingy de Bemaraha iremos caminhar por um quase impenetrável labirinto de agulhas de calcário cinza (pináculos), por pequenas grutas, por uma ponte suspensa e por floresta de diferentes características. Observaremos répteis, anfíbios, diversas aves e, com alguma sorte, o Sifaka de Deken e outros lémures e teremos a oportunidade de testemunhar e fotografar a beleza única e extraordinária desta extensa área de pináculos.

 

O regresso de Bekopaka será efetuado pelo mesmo trajeto, mas com algumas pausas para observarmos um ou outro embondeiro mais peculiar e para voltarmos a fotografar a Avenida dos Embondeiros mas desta vez ao pôr-do-sol. Teremos bastante tempo para admirar estas árvores, que mais parecem crescer de “cabeça para baixo”, dado que ficaremos alojados em Morondava.

 

A viagem de regresso a Antananarivo incluirá paragens para aproveitar as oportunidades fotográficas que surgirão à medida que formos atravessando diferentes paisagens e povoações, desde a costa oeste até às terras altas no planalto central da ilha, e para conviver um pouco mais com a multiculturalidade deste país.

 

Transfer, após o jantar, para o Aeroporto Internacional de Ivato.

 

16º dia:

Voo Madagáscar - Portugal

 


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