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  20 outubro a 4 novembro - últimos lugares!

A nossa proposta

O Japão faz parte do imaginário de muitos ocidentais e não desilude. É um país extremamente fotogénico, dos templos e jardins às metrópoles mais desenvolvidas do mundo – um verdadeiro admirável mundo novo do ponto de vista da imagem. Só as paisagens naturais, com as suas montanhas, florestas e lagos, nos lembram que continuamos no mesmo planeta. Em março e abril a beleza redobra com o florescer das cerejeiras que começa no sul e se espalha lentamente pela ilha de Honshu. A ocasião é motivo de festa para os japoneses, que celebram o hanami um pouco por todo o lado.


Spots fotográficos

. Tóquio

. Monte Fuji

. Takayama

. Shirakawa‐go

. Gokayama

. Nagano

. Quioto

. Nara

. Monte Koya

. 48 Cascatas de Akame

. Osaca

. O esplendor do hanami, a floração das cerejeiras, especialmente em Tóquio, Quioto e Osaca.


Técnica Fotográfica abordada

Paisagem natural, Paisagem urbana e Retrato.


Material fotográfico aconselhado

Tratando‐se de uma experiência fotográfica, até um simples telemóvel poderá ser utilizado para registar as suas imagens. De qualquer modo, recomenda‐se a utilização de uma câmara reflex, objectiva grande angular e teleobjectiva. Como material opcional, considere ainda a utilização de um tripé, cabo disparador e filtros de densidade neutra.


Destinatários

Esta experiência fotográfica destina-se a todos que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmara que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e que se interessem pelo enriquecimento cultural.

 

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Programa composto por 16 dias de viagem, incluindo dias de partida e chegada, utilizando os excelentes meios de transporte públicos do Japão (comboios e autocarros). As visitas indicadas no programa poderão ter a ordem alterada, de modo a favorecer os participantes.


Começamos a nossa viagem em Tóquio, uma metrópole gigantesca e incomparável, onde os arranha-céus convivem com ilhas de paz que são os seus grandes parques verdes, e onde nada perece caber dentro de uma grande angular…Visitaremos um dos maiores parques da cidade, o Yoyogi, e vamos à caça de personagens do Cosplay na zona de Harajuku e Omotesando, dedicadas à moda e frequentadas por estranhas personagens, sobretudo durante o fim de semana.

Passagem pela agitada zona de Shinjuku, subida ao 45º andar do prédio da Câmara Municipal de Tóquio para uma magnífica vista sobre a cidade, que ocupa todo o espaço, até ao fim do horizonte. Fim de dia nas zonas de animação noturna de Kabukicho ou de Golden Gai, com alguma possibilidade (cautelosa) de fotografia noturna.

O templo budista Senso Ji, o mais importante de Tóquio, é uma ilha de paz durante a manhã. Com a chegada dos peregrinos/turistas vestidos a rigor, o fumo do incenso vai alterando o cenário onde vamos fotografar. Para chegar à zona comercial de Ginza, conhecida pelas suas lojas de luxo, podemos optar por um passeio de barco pelo rio Sumida ou descer até ao tentacular Metro de Tóquio. O que não podemos é deixar a metrópole sem fotografar o fim do dia no distrito de Odaiba, um dos melhores locais para observar o skyline da cidade e a ponte arco-íris, atravessando a baía num monocarril suspenso sobre o mar.

Fazendo base em Tóquio, aproveitamos a proximidade para dar o primeiro mergulho na natureza e fotografar o monte perfeito, o Fuji San, desde o lago Kawaguchi e desde o cimo do Monte Tenjo, onde subimos de teleférico. A descida será feita a pé, pela floresta, em busca de enquadramentos para o cone perfeito e do seu reflexo no lago.

Depois de Tóquio, o próximo ponto a explorar será a zona montanhosa dos Alpes Japoneses, no interior da ilha de Honshu, onde as aldeias típicas com telhado de colmo nos fazem viajar no tempo. A primeira paragem será na pequena cidade de Takayama, a cerca de 5h de caminho, cujo centro é constituído por tradicionais casa de madeira e ruas tranquilas, um belo contraste depois do bulício de Tóquio. Segue-se um mergulho nas pequenas aldeias, classificadas como Património da Humanidade pela UNESCO. Depois de fotografar a paisagem e vida urbanas numa grande metrópole, os participantes terão oportunidade de percorrer a pé e fotografar a vida num Japão rural, embora turístico.
O contraste entre grandes cidades e grandes áreas onde a natureza é deixada impoluta é uma recorrente no Japão. Encontramos o próximo exemplo em Nagano, uma grande cidade onde tudo parece girar à volta do grande templo Zenko Ji, que acolhe todos os ramos do budismo e aceita mulheres no topo da hierarquia monástica. O complexo é um grande centro de peregrinação, com ruas cheias de casas de acolhimento e lojas para peregrinos, onde o nosso olhar e câmaras fotográficas poderão captar preciosos momentos da vida religiosa budista. Nos arredores, espalhada pela floresta que envolve os montes e a cidade, vivem cerca de duzentos macacos japoneses que iremos visitar numa curta caminhada (mais ou menos meia hora). Com sorte poderemos apanhar a família que se acostumou a banhar-se num dos tanques de água quente nas proximidades da povoação, um dos pontos altos dos amantes da fotografia de vida selvagem.

Depois de uma viagem num dos mais modernos comboios do mundo, chegaremos a Quioto. Antiga capital imperial, esta é também uma das cidades mas elegantes do Japão. A nossa exploração fotográfica vai passar pela zona de Arashiyama, onde fica o templo Tenryū‐ji e a famosa alameda de bambus, e também pelo famoso santuário xintoísta Fushimi Inari‐taisha, conhecido pelos seus túneis de torii vermelhos. A experiência ficará completa com pernoita num hotel cápsula muito especial.
Continuando a visita a Quioto, mergulharemos na natureza num exemplar jardim japonês, Ryoan Ji e no parque do elegante Pavilhão Dourado, nas proximidades. O contraste que é tão próprio do Japão vem a seguir, no edifício da estação de comboios, com mais de 15 andares e um passadiço superior com vistas soberbas sobre a cidade.
Partiremos em busca de mais oportunidades fotográficas na zona de Gion, um dos bairros mais antigos e tradicionais de Quioto. Repleto de restaurantes, casas de chá e muitas lojas de produtos tradicionais, este é também um dos locais onde poderemos cruzar-nos com geishas e maikos.

Depois de Quioto, passaremos um dia tentando abarcar e registar a beleza de uma cidade mais pequena mas cheia de história: Nara, a primeira capital imperial do país, cujo principal ponto de interesse é o seu parque, onde se situam os principais templos e edifícios e onde vivem os veados sagrados de Nara, que circulam livremente e sem medo. No Tōdai‐ji, um dos templos classificados Património da Humanidade, poderemos fotografar o maior Buda de bronze do país.
Rumo a Osaca, a terceira cidade do país em população, onde fica um dos locais mais fotografados do Japão: a célebre fortaleza Osaka-jo, rodeada por pomares de cerejeiras e ameixoeiras, bem no coração da cidade, onde o hanami atinge um ponto alto. O nosso circuito inclui ainda o inusitado templo xintoísta de Sumiyoshi Taisha, com a sua magnífica ponte em arco e os cerimoniais que parecem não ter fim, a animada rua Dotombori e a zona de Shinsaibashi-suji, a maior zona comercial da cidade.

Depois da animação noturna (e diurna) de Osaka, uma pausa: o sagrado Monte Koya, lugar de peregrinação budista onde dormiremos num albergue de peregrinos com um templo. Os seus ex libris são o cemitério Okunoin, com mais 200 mil lápides e monumentos funerários espalhados por um magnífico bosque, o templo das 10 Mil Lanternas, o Kongobu Ji e o complexo Danjo Garan, que guarda mais de uma dezena
de templos. As oportunidades fotográficas são infinitas; difícil será captar um ambiente tão especial…

Regresso a Osaca, com dias de descanso, visitas e, claro, muita fotografia na zona hiper moderna de Umeda, apreciando a arquitetura moderna entre a estação de caminhos-de-ferro e o centro comercial Hep Five, terminando com uma visão noturna da cidade a partir do Sky Building.

O último dia é de relaxamento na natureza, com um piquenique e caminhada ao longo do rio e das 48 cascatas de Akame, um parque natural que vale a pena visitar e fotografar, não só pela quantidade e variedade de quedas de água, mas também pelo magnífico bosque que as enquadra.

Transfer para o Aeroporto Internacional de Kansai e voos de regresso ao país de origem.

 


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