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  24 setembro a 9 outubro

Spots fotográficos


Índia

. Vida de rua em Delhi
. Taj Mahal
. Rio Ganges e cidade antiga de Varanasi
. Viagens de comboio Nova Delhi/Varanasi/Agra/Nova Del

 

Nepal

. A paisagem dos Himalaias, as montanhas mais altas do mundo
. Katmandu, com os seus templos e locais sagrados
. Populações locais


Técnica Fotográfica abordada

Retrato, Paisagem natural, Paisagem urbana e macro


Material fotográfico aconselhado

Tratando‐se de uma viagem fotográfica, até um simples telemóvel poderá ser utilizado para registar as suas imagens. Em qualquer dos casos recomenda‐se a utilização de uma câmara reflex, objectiva grande angular e teleobjectiva. Como material opcional, nomeadamente para fotografar algumas paisagens, cascatas e interiores, considere ainda a utilização de um tripé, cabo disparador e filtros de densidade neutra. Baterias adicionais são outro elemento a ter em conta.


Destinatários
Experiência fotográfica destinada a fotógrafos amadores, com vontade de progredir no capítulo técnico, que se interessem por Natureza e enriquecimento cultural.


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Voo e chegada à Índia

A paisagem urbana vai dominar a 1ª saída pela capital indiana. Alguns dos edifícios e lugares mais característicos desta metrópole serão registados: India Gate, Humayun Tomb, Jama Masjid...
Ao final da tarde, partiremos na 1ª grande aventura fotográfica, a viagem de comboio de Nova Deli até Varanasi. Esta aventura está repleta de retratos e paisagens fotográficas, numa das viagens mais características da Índia.
Considerado um dos rios mais poluído do mundo, o rio Ganges, é sem dúvida um spot para retrato fotográfico. Aqui, sugerimos a utilização de uma teleobjectiva para permitir a distância necessária entre o motivo e o fotógrafo. Os rituais e os cenários existentes dão material fotográfico suficiente para estar criar imagens únicas.


Pela tarde, faremos uma saída de barco pelo rio e veremos de uma perspectiva diferente a cidade.
Aproveitar a luz do final do dia para ver criar novos ambiente é sempre uma possibilidade.
Bem cedo pela manhã iniciaremos um passeio ao longo do rio, para aproveitar a luz suave e os primeiros rituais do dia: as abluções no rio, a meditação dos iogis e sadhus, a preparação das cremações. Porque a luz da manhã é diferente, e cria formas, volumes e texturas importantes para realizar boas fotografias.


O resto do dia deambularemos à caça de oportunidades fotográficas pelas ruelas da cidade antiga, regressando sempre ao rio sagrado.
Ao final da tarde partimos de novo de comboio, desta vez para Agra. Continuaremos a aproveitar este meio de transporte para fazer retratos e paisagens, bem características na fotografia de viagem.
Em Agra, começaremos por explorar as ruas dos bairros tradicionais nos arredores do Taj, e visitaremos outros edifícios importantes, como o “Baby Taj” e o famoso Forte Vermelho. Todas as perspetivas destes monumentos serão contempladas, e não faltará a interação com os indianos, sempre dispostos a posar.


Vir à Índia e não fazer uma fotografia de uma das 7 Maravilhas do Mundo, não seria justo. Para além de todo o significado do Taj Mahal e da história que o envolve, e apesar das centenas de turistas que nos rodeiam, cada um tentará captar a imagem mais interessante. A utilização dos reflexos são possibilidades a explorar.
Faremos a última viagem de comboio, mais curta, mas com outras possibilidades de retrato e paisagens fotográficas.


No voo Índia/Nepal podemos avistar as montanhas mais altas do mundo. Ao aterrar, teremos uma vista aérea do Vale de Katmandu e a construção colorida das habitações. Seguimos para Thamel, o bairro mais característico da cidade. A capital do Nepal situa-se no centro de um luxuriante vale subtropical, cujas paisagens são consideradas como umas das mais belas do mundo. Uma cidade alegre e colorida, com incríveis monumentos e recantos.
Visita à stupa de Bodnath, o mais importante local religioso do Nepal para a comunidade tibetana, recentemente destruída pelo terramoto. Visitas às ghats de cremação de Pashupatinath e à stupa de Swayambunath. Passeio pela praça histórica de Kathmandu, Durbar Square.


O caos desta cidade é muito fotogénico, aproveite a grande angular para enfatizar  ainda mais o ambiente. Fotografe as cores que existem em todos os enfeites religiosos.
Viagem entre Katmandu e Pokhara de autocarro. Assuma em forma de moldura e contextualize as paisagens com o interior do autocarro. Passeio junto ao lago Phewa.


Trekking nos Himalaias
O dia inicia-se com uma viagem de 1 hora até Naya Pul, o ponto inicial do nosso trekking.
Hoje o dia é calmo, com vistas magníficas sobre os cumes nevados das montanhas vizinhas. Passaremos por pontes suspensas, florestas de bambus e quedas de água. Esteja sempre pronto para fotografar alguma criança ou pessoa a trabalhar. As paisagens têm pormenores que escapam quando se caminha, e os albergues onde pernoitamos, tão característicos de um trekking nesta região do planeta, também merecem o registo das nossas câmaras.
O trekking continua pelas típicas pontes suspensas, seguindo a rota usada pelos pastores de iaques, passando por inúmeros locais de pasto. Hoje teremos a oportunidade de ver os gigantes dos Himalaias: Dhaulagiri (8167m), Nilgiri (6490m), Anapurna (8091m), entre outros. Ao longo do dia, a luz muda e faz também mudar a técnica fotográfica. A necessidade de adaptação às condições de luz é constante.


No terceiro dia de trekking acordamos cedo e subimos durante uma hora até Poon Hill (3210 m) para ver o nascer do sol e as montanhas do alto Himalaias, quando o sol as pinta de dourado. Após esta experiência inesquecível, regressamos ao nosso caminho. Hoje o dia reserva-nos florestas, aldeias de várias etnias e pontes suspensas. Na floresta podemos fotografar em macro os pequenos insectos que se escondem atrás das folhas.
No penúltimo dia de trekking, podemos começar por fotografar texturas e padrões. Mais uma vez a luz é fundamental. Nos riachos e cascatas pode fazer arrastamentos com a água, aproveitando as cores similares envolventes. As vistas sobre os picos dos Himalaias são extraordinárias.


A caminhada não é muito longa, e termina na bela aldeia de Ghandruk, da etnia gurung. Será um dia mais curto mas nem por isso com menos interesse fotográfico.
O último dia reserva-nos uma descida até Naya Pul, com as últimas vistas sobre o monte Machapuchare (Cauda de Peixe). Daí, regressamos a Pokhara, para uma tarde livre.
Regresso a Katmandu. Temos o resto do dia livre para cada um se possa despedir desta cidade mágica.

 

Voo matinal de regresso a Nova Delhi. Voo noturno de regresso a Portugal. Entre os dois voos, ainda há tempo para um passeio de despedida da capital indiana.


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